17.6.14

Uma verdade:

Auto-Retrato

Eu não sei mais o que fazer com esse blog!

5.6.14

Heróis Anônimos

Vi esse vídeo em algum blog que não me lembro mais.
Quando soube que era campanha publicitaria de companhia de seguros, perdi o interesse e acabei não vendo.
Porém o link do youtube ficou aberto em uma aba (costume de clicar em 'ver no youtube' pra abrir tela maior - nunca vejo os videos no próprio blog).

Daí que resolvi ver agora e estou: emocionada.

O nome da campanha é Thai Good Stories e foi feita para mostrar pessoas generosas, genuinamente boas e que não esperam recompensas de seus atos.
Obviamente, não dá para entender nada no site e no Facebook, mas o vídeo tem legenda em português.

Apenas vejam!

Cadê lencinho? =')

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27.4.14

O que você faria se encontrasse um filme esquecido em uma câmera antiga?

O nome dele é Filipe Bonito. Ele é português.
Filipe tem um costume que eu aprecio e só não pratico mais por falta de tempo e espaço:
Ele frequenta feiras de antiguidades para comprar câmeras antigas. No caso, a Feira da Ladra, que acontece em Lisboa. 
Filipe começou a revelar os filmes que encontrava esquecidos nas câmeras antigas que comprava e de negativos que começou também a garimpar.

E então, virou curador de um projeto incrível que chamou de "Sombras de Alguém" e eu estou apaixonada por esse projeto desde que descobri.
Vejam alguns exemplos:
http://sombrasdealguem.com

http://sombrasdealguem.com

http://sombrasdealguem.com


Para ver mais, acessem o site do projeto: http://sombrasdealguem.com
E curtam a página no Facebook: https://www.facebook.com/sombrasdealguem

Tem muita, MUITA foto legal! Tão legal que dá vontade de garimpar essas preciosidades também =)
E você? O que faria se encontrasse um filme perdido numa câmera antiga?

30.12.13

Bye 2013, Hello 2014!



E foi assim o meu 2013.
Como bem disse um amigo meu, essa é a graça da vida. Concordo, só que nem sempre.
2013 foi um ano peculiar. Digo isso num sentido bom, apesar de ter a sensação que 2013 durou, por baixo, uns três anos. Algumas semanas pareceram durar um mês inteiro.
Foi um ano de muito (muito) trabalho, de muito esforço e de muito cansaço.
2013 foi jornada dupla! Às vezes tripla! E haja energético nessa vida...
Tiveram algumas perdas, como todo ano. Umas irreparáveis, outras nem tanto e mais algumas que ainda precisam de certa atenção.
Porém, juntando tudo que eu teria para reclamar de 2013, não ultrapassa o que eu tenho a agradecer.

Em 2011, prometi que faria o curso profissional de Fotografia. Fiz em 2013.
E foi uma das coisas mais legais e satisfatórias que eu fiz esse ano!
Fiz o curso de fotografia, vi pessoas valorizando o que eu estava fazendo, fui convidada para expôr uma fotografia em uma exposição dos melhores alunos do Senac, fechei meu primeiro contrato de fotografia onde me pagaram pelas minhas fotos e achei isso muito supimpa!
Foram vários eventos e casamentos com minha coach e mentora, algumas broncas, alguns elogios e o mais importante: a certeza de ter escolhido um caminho que eu gosto muito de trilhar.
Algumas parcerias chegaram ao fim, outras iniciaram. Assim também foi 2013.

Há pelo menos 10 anos digo que queria voltar a estudar. Sempre deixando pra depois, para a próxima resolução de fim de ano, sempre mudando de ideia quanto ao curso, quanto ao momento, quanto à vida, o universo e tudo o mais.
Procrastinei. Procrastinei uns 30 anos, pra ser mais exata.
Em 2013 me dei conta (um pouco tarde, eu sei) que não tenho todo o tempo do mundo.
Então, aquela promessa que eu fiz em 2004, cumpri em 2013.
Voltei a estudar. Estou cursando Comunicação Social e Jornalismo e dessa vez, sentindo que pode sim, dar certo. Sobre ser isso mesmo que eu quero da vida? Não sei ainda. Mas acho que vale a experiência.

Eu demorei muito tempo para decidir ser adulta. E com "ser adulta", estou dizendo muito mais do que amadurecer ou encarar a própria idade. Falo também sobre aceitar as coisas que acontecem em nossas vidas, como sendo apenas coisas que acontecem. Algumas por minha culpa, outras por consequência. Não importa a ordem dos fatores (não é assim que dizem?), superar traumas, bloqueios e se permitir viver coisas novas, também fizeram parte de 2013.
Foi o ano em que parei de amputar o que eu poderia viver de bom por medo de repetir o que eu vivi de ruim.

2013 foi o ano em que eu tentei mais uma vez, assim como diziam em um comercial de fim de ano do ano passado. Tentei outra vez, insisti mais um pouco, segurei minha onda e tentei não pirar tanto.
Descobri a vida mais leve, mais doce, me deixei respirar sem tanta neura e consegui ser um pouco mais, eu mesma.
Gritei quando tive vontade de gritar, chorei quando o coração apertou, me emocionei com coisas bonitas que eu vi, vivi e participei.
Há muito mais tempo do que eu me lembro, venho nutrindo uma dificuldade ímpar em confiar nas pessoas, nas relações entre elas (românticas ou não). 
Mas nesse 2013...
Me envolvi e deixei que se envolvessem comigo ♥. Finalmente, depois de tanto tempo, abri um novo espaço para confiar. E acreditei que poderia ser diferente. E foi. E está sendo. E que continue assim em 2014.

Tomei grandes decisões em 2013! Cresci um pouco mais (como pessoa, continuo baixinha).
Aprendi um montão de coisas boas e algumas ruins também. Fazer o que? Faz parte!

2013 foi o ano em que mais ganhei presentes! E não estou falando de coisas materiais.
E eu só queria dizer que eu sou grata por cada um de vocês que fizeram parte da minha vida nesse 2013 que se encerra. Sou grata por cada segredo, cada confissão, cada carinho, cada gargalhada, cada demostração de carinho.

Olha, 2013, você está de: Parabéns.
Ninguém acerta em tudo, ninguém é bom o tempo todo. Então, mesmo com as coisas ruins que aconteceram, 2013 foi, surpreendentemente, um ano feliz!
Espero que 2014 seja um 2013 com update, com as falhas corrigidas e novas funcionalidades.
Para vocês que (ainda) me acompanham aqui, desejo o melhor ano novo do mundo!
Que 2014 cuide bem de vocês e que seja, além de tudo, um ano feliz!


Feliz 2014!

20.10.13

O Amor é Cama

- por Tâmara Abdulhamid


O amor é cama. É nele que me jogo e descanso. Não me perturbo com o amor. Quando sei que está lá, firme, sobre quatro apoios, eu simplesmente deito. Devagar ou me jogando, mas sempre deito. Não me pergunto se o amor está mais frio que ontem ou menos fofo do que semana passada. Não me perturbo com o fato de que o amor pode mudar, ou aumentar. Não me pergunto se é grande ou se só me cabe. Basta portar o pés para dentro. Se tiver isso, me adentro e fico ali, recolhida. O amor é cama, onde posso dormir. Onde escolho confiar minha mente, onde escolho abandonar minhas reservas, onde escolho ser íntima, sem sapatos. Onde jamais deito suja, onde jamais deito com roupa da labuta. Não trago o labor para a cama, não recepciono meu descanso com tormentos. Não estrago a paz com venenos e moldes. O amor é cama e o gozo do amor é o sonho. Afrouxo minhas defesas e mergulho sem saber se irei acordar. Gozar do amor é paz. Eu me jogo sem saber do amanhã, sem saber se dali sairei viva. É o amor que me leva para o outro dia, é o amor que me renova. É pelo amor que espero o dia inteiro, que enfrento minhas batalhas. Não deito em minha cama com o medo de que ela irá se quebrar. Não me espalho perseguida pelo sentimento de que ela irá virar sozinha para a esquerda, sem que eu não tenha, antes, provocado isso. Não olho com desconfianças para a minha cama. Quem a escolheu fui eu. E ela, sendo receptiva e indo parar no meu quarto, no seio da minha intimidade, sem relutar, também me escolheu. Então, não sofro. Nem com a possibilidade de que ela irá se desgostar de mim no meio da minha noite, que irá me rejeitar no cochilo do domingo à tarde ou que um dia se partirá ao meio. Sozinha, por vontade própria não irá. Por isso não me perturbo, porque também sei o que faço. Não a esfaqueio, não a deixo suja, não a maltrato. Eu zelo pela minha cama. Eu compro travesseiros. Eu a enfeito, a perfumo. Faço por ela, por mim. O amor é a minha causa e todas as minhas consequências de uma vida boa, em uma cama boa.


• Texto da super sensacional Tâmara Abdulhamid do blog Letras e Flores
• Publicado originalmente em 07 de Abril de 2013.
• Publicado originalmente em 07 de Abril de 2013.

Carolina! Na verdade se chama Ana Carolina e não gosta de ser chamada de Ana. Não revela a idade, mas todo mundo diz que aparenta bem menos. Fotógrafa e estudante de Jornalismo. Mudou de área depois de anos insatisfeita com a profissão. Carioca, apaixonante e implicante. Carinha de 8, espírito de 80 anos. Chata, mal humorada e anti-social. Gosta de rimas simples, de frases bobas e é viciada em café. Na vida passada foi um gato tamanha preguiça. Tem mania de ter manias, coleciona coisas inúteis e acha ridículo isso de falar de si mesma em 3º pessoa.

 
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